quarta-feira, 22 de julho de 2009

À Saber

Que porto paro?
Que aeroporto alço meu meu vôo?
Que trilha, trilho?
Que faço,que quero, que venero?
Percorro caminhos...
Meu caminho se entortou!
Um furacão passa
Enevoa de cacos,retalhos e sapatos
Do vulcão,escorreu larvas indestrutíveis
Solidificando-se em segundos
Sem eira ,nem beira!
Torto, entortado!
Caminho deserto sigo só
E de companhia,alguns malfeitores...

Naiara Antunes

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