Desejo chegadas breves
Madrugadas com sinfonia
Baile amoroso,amor fulmegante
Desejo deseja-ló muito
Que teu corpo cubra o meu
Como o sereno cobre folhas na aurora
Amanhecer dourado...
Raios ultra violetas
Que não são violetas,são azuis...
Assumem formas nostalgicas
Curvilineas aos corpos quentes
Ah!Jardim de prazer
Há uma fonte ao meio
Jorrando o que desejara
Desejo esse desejo
O desejar se torna desejante
O corpo grita!
Escancara a alma sem nenhum dito
Sentir não cabe em palavras
Se torna como uma gota d'água no oceano
Naiara Antunes
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Bocados
O bom bocado
Bocado bom
Chegou à porta
Desfez o nó
Fez-se um laço de fita
Nas madeixas da moça bonita
E foi-se;foi-se sem dó
Nem sequer olhaste para trás
Voltar?Acho que és tarde
Bom bocado
Bocado bom de rapaz
Agora tornaste maus bocados
Naiara Antunes
Bocado bom
Chegou à porta
Desfez o nó
Fez-se um laço de fita
Nas madeixas da moça bonita
E foi-se;foi-se sem dó
Nem sequer olhaste para trás
Voltar?Acho que és tarde
Bom bocado
Bocado bom de rapaz
Agora tornaste maus bocados
Naiara Antunes
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Carta a um bem distante
Estou bem meu bem,se queres saber
Sabes o valor da felicidade?
E do amor?Sabes?
Possuo vários bens,meu bem
O bem maior você não há de ter
A vida desperdiçada ao seu lado
Juntei os cacos e refiz
Com volúpia saboreio
O gosto doce da liberdade
Entre sinfonias e orquestras
Notas suaves ei de tirar
O onda foi-se e levou o mar
Pra longe...Longe
Chorar!Demasiado fraco
Trago o cigarro...
Bato as cinzas...
O amor se foi ao longe...
Naiara Antunes
Sabes o valor da felicidade?
E do amor?Sabes?
Possuo vários bens,meu bem
O bem maior você não há de ter
A vida desperdiçada ao seu lado
Juntei os cacos e refiz
Com volúpia saboreio
O gosto doce da liberdade
Entre sinfonias e orquestras
Notas suaves ei de tirar
O onda foi-se e levou o mar
Pra longe...Longe
Chorar!Demasiado fraco
Trago o cigarro...
Bato as cinzas...
O amor se foi ao longe...
Naiara Antunes
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Pintassilgo
O pintassilgo pinta!
Pinta constantemente
Cantar, vez ou outra
Pintassilgo,Silgo que Pinta
Pinta borboletas,cores e flores
Toda natureza se encontra na tela
Reuni bichos e amores
Desprazer é inexistente!
Doces pinta abelhas,pólen e mel
Azedume,limão e fel
Mas, o Silgo que pinta
Largou o canto, aboliu o pranto e não chora de amor
Semeia alegria com o pincel em punho
O jardim se tornou festeiro!
Na companhia do luar,da aurora e do amanhecer
O Silgo que pinta
O pintassilgo pinta
Até suas mãos doer!
Naiara Antunes
Pinta constantemente
Cantar, vez ou outra
Pintassilgo,Silgo que Pinta
Pinta borboletas,cores e flores
Toda natureza se encontra na tela
Reuni bichos e amores
Desprazer é inexistente!
Doces pinta abelhas,pólen e mel
Azedume,limão e fel
Mas, o Silgo que pinta
Largou o canto, aboliu o pranto e não chora de amor
Semeia alegria com o pincel em punho
O jardim se tornou festeiro!
Na companhia do luar,da aurora e do amanhecer
O Silgo que pinta
O pintassilgo pinta
Até suas mãos doer!
Naiara Antunes
À Saber
Que porto paro?
Que aeroporto alço meu meu vôo?
Que trilha, trilho?
Que faço,que quero, que venero?
Percorro caminhos...
Meu caminho se entortou!
Um furacão passa
Enevoa de cacos,retalhos e sapatos
Do vulcão,escorreu larvas indestrutíveis
Solidificando-se em segundos
Sem eira ,nem beira!
Torto, entortado!
Caminho deserto sigo só
E de companhia,alguns malfeitores...
Naiara Antunes
Que aeroporto alço meu meu vôo?
Que trilha, trilho?
Que faço,que quero, que venero?
Percorro caminhos...
Meu caminho se entortou!
Um furacão passa
Enevoa de cacos,retalhos e sapatos
Do vulcão,escorreu larvas indestrutíveis
Solidificando-se em segundos
Sem eira ,nem beira!
Torto, entortado!
Caminho deserto sigo só
E de companhia,alguns malfeitores...
Naiara Antunes
domingo, 19 de julho de 2009
Latência
Penetra nas entranhas da alma
E com isso faz a pele arrepiar
Burburinhos ao pé do ouvido
Revelando desejos incesantes
Pele com pele!
Toques suaves como amanhecer de primavera
Cores se revelam nos desejos
Mostram e demonstram!
Que outrora se escondiam...
Nos íntimos e últimos olhares
Antes das pálpebras se fecharem...
Em um prazer intenso
Sentir!
Uma intensidade imensa
Surgindo como um estandarlhaço!
De uma ave,no fim de um dia de verão
Àpice no sentir mútuo...
Conexão prazerosa com o divino
Maravilhoso!
Naiara Antunes
E com isso faz a pele arrepiar
Burburinhos ao pé do ouvido
Revelando desejos incesantes
Pele com pele!
Toques suaves como amanhecer de primavera
Cores se revelam nos desejos
Mostram e demonstram!
Que outrora se escondiam...
Nos íntimos e últimos olhares
Antes das pálpebras se fecharem...
Em um prazer intenso
Sentir!
Uma intensidade imensa
Surgindo como um estandarlhaço!
De uma ave,no fim de um dia de verão
Àpice no sentir mútuo...
Conexão prazerosa com o divino
Maravilhoso!
Naiara Antunes
Parafraseando
Se Deus como palavras
Como poetizou Adélia
Quero escrever compulsivamente
Como a poetiza Lispector
Neste vasto mundo de Drummond
O que vale é a forma de se expressar
Não obstante,
Quero me expressar com arte!
A arte como no pensamento de Nietzsche
Naiara Antunes
Como poetizou Adélia
Quero escrever compulsivamente
Como a poetiza Lispector
Neste vasto mundo de Drummond
O que vale é a forma de se expressar
Não obstante,
Quero me expressar com arte!
A arte como no pensamento de Nietzsche
Naiara Antunes
domingo, 5 de julho de 2009
Imposição
Atiro o cigarro apagado
ao vaso sanitário
Afim de eliminar vestígios
desse vício amargo
Sob o chuveiro,nua
contemplo minha forma curvilínea no espelho
Numa forma de narcisismo
ilimitado e despudorado!
Corpo frágil!
Vunerável á toques e multilações.
Saio!
Visto a roupa,
imposição do social
Para cobrir a vergonha da liberdade
que fere as almas pudoradas
Acendo outro cigarro,
mas esse será lançado a rua...
Na boca da noite, no âmago da boêmia!
Lugares onde me encontro!
Naiara Antunes
ao vaso sanitário
Afim de eliminar vestígios
desse vício amargo
Sob o chuveiro,nua
contemplo minha forma curvilínea no espelho
Numa forma de narcisismo
ilimitado e despudorado!
Corpo frágil!
Vunerável á toques e multilações.
Saio!
Visto a roupa,
imposição do social
Para cobrir a vergonha da liberdade
que fere as almas pudoradas
Acendo outro cigarro,
mas esse será lançado a rua...
Na boca da noite, no âmago da boêmia!
Lugares onde me encontro!
Naiara Antunes
Pano de Fundo
Canteiro de flores
Pomares de poemas
Doces frutas de ilusões
Àrvores no pano de fundo
Bela imagem!
Paisagem concreta
Abstrata aos artistas
Que sentem nitidamente a dor vingente
Posta entre flores e gentes
No jardim de idéias
Naiara Antunes
Pomares de poemas
Doces frutas de ilusões
Àrvores no pano de fundo
Bela imagem!
Paisagem concreta
Abstrata aos artistas
Que sentem nitidamente a dor vingente
Posta entre flores e gentes
No jardim de idéias
Naiara Antunes
Entre meio(s)
O amor não se encontra
Não se perde, não se acha
Não tem fim, início, meio
Nem meios
Solto,preso
Grande,pequeno
Quente ou frio
Indiferente!
Nega a cor da pele
È pele!
Penatra na alma
Implode no coração
Bons ou maus sentimentos
Daimon!
Duplo interior?
Duplicidade de sentimentos?
Pode amar libertando...
Amarrando nas amarras
Do seu bem ou mau querer
Lembrança!
O outro como extensão do Eu
Continuidade do outro...
Eu outro, outro Eu!
Naiara Antunes
Não se perde, não se acha
Não tem fim, início, meio
Nem meios
Solto,preso
Grande,pequeno
Quente ou frio
Indiferente!
Nega a cor da pele
È pele!
Penatra na alma
Implode no coração
Bons ou maus sentimentos
Daimon!
Duplo interior?
Duplicidade de sentimentos?
Pode amar libertando...
Amarrando nas amarras
Do seu bem ou mau querer
Lembrança!
O outro como extensão do Eu
Continuidade do outro...
Eu outro, outro Eu!
Naiara Antunes
domingo, 21 de junho de 2009
Basílio
Interrompo a leitura nietzschiana
O amor sentou ao meu lado
Parede meia,braço colado
Cheiro teimoso!
Insistentemente alcança as narinas
Faróis verdes!
Penetrante como tridente de Poseidon
Se não for o Deus do mares
Porventura o que seria?
No devanear da menina
Que brinca com as palavras
È um príncipe!
È Basílio!
È o príncipe Basílio!
Eça de Queirós!
Naiara Antunes
O amor sentou ao meu lado
Parede meia,braço colado
Cheiro teimoso!
Insistentemente alcança as narinas
Faróis verdes!
Penetrante como tridente de Poseidon
Se não for o Deus do mares
Porventura o que seria?
No devanear da menina
Que brinca com as palavras
È um príncipe!
È Basílio!
È o príncipe Basílio!
Eça de Queirós!
Naiara Antunes
Significativo
Se me perguntares!
Se não consigo viver sem ti?
Direi:Sim!
Mas...
A poesia ficaria muda
A dança descompassada
O ritmo desatado
A música ensurdeceria
As cores, obscuras
O doce, azedume
Por toda vida?Não...
Por grande parte!
A vida morta
Se torna cruel á própria morte!
Naiara Antunes
Se não consigo viver sem ti?
Direi:Sim!
Mas...
A poesia ficaria muda
A dança descompassada
O ritmo desatado
A música ensurdeceria
As cores, obscuras
O doce, azedume
Por toda vida?Não...
Por grande parte!
A vida morta
Se torna cruel á própria morte!
Naiara Antunes
Queda
De frente ao mar
O mar a frente
E a presença ausente
De uma ruptura abrupta
Intensa!
Como o despencar de um abismo...
Ilimitável!
Infinito!
Imenso!
Feito o sentimento que se perdeu,
Ao longo dos anos!
Naiara Antunes
O mar a frente
E a presença ausente
De uma ruptura abrupta
Intensa!
Como o despencar de um abismo...
Ilimitável!
Infinito!
Imenso!
Feito o sentimento que se perdeu,
Ao longo dos anos!
Naiara Antunes
Posso querer?
Posso querer um banquinho e violão,
Como cantava a bossa nova?
Posso querer escrever compulsivamente,
Sentir,entrar em contato como "poetizava" Lispector?
Posso querer longas divagações filosóficsa,
Gargalhadas psicológicas...
Ao som do banquinho e violão da bossa
E na companhia dos escritos...
Dos impulsivos e amorosos poetas!
Naiara Antunes
Como cantava a bossa nova?
Posso querer escrever compulsivamente,
Sentir,entrar em contato como "poetizava" Lispector?
Posso querer longas divagações filosóficsa,
Gargalhadas psicológicas...
Ao som do banquinho e violão da bossa
E na companhia dos escritos...
Dos impulsivos e amorosos poetas!
Naiara Antunes
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