domingo, 21 de junho de 2009

Basílio

Interrompo a leitura nietzschiana
O amor sentou ao meu lado
Parede meia,braço colado

Cheiro teimoso!
Insistentemente alcança as narinas
Faróis verdes!
Penetrante como tridente de Poseidon

Se não for o Deus do mares
Porventura o que seria?

No devanear da menina
Que brinca com as palavras
È um príncipe!
È Basílio!
È o príncipe Basílio!



Eça de Queirós!


Naiara Antunes

Significativo

Se me perguntares!
Se não consigo viver sem ti?
Direi:Sim!
Mas...
A poesia ficaria muda
A dança descompassada
O ritmo desatado
A música ensurdeceria
As cores, obscuras
O doce, azedume
Por toda vida?Não...
Por grande parte!
A vida morta
Se torna cruel á própria morte!

Naiara Antunes

Queda

De frente ao mar
O mar a frente
E a presença ausente
De uma ruptura abrupta
Intensa!
Como o despencar de um abismo...
Ilimitável!
Infinito!
Imenso!
Feito o sentimento que se perdeu,
Ao longo dos anos!

Naiara Antunes

Posso querer?

Posso querer um banquinho e violão,
Como cantava a bossa nova?

Posso querer escrever compulsivamente,
Sentir,entrar em contato como "poetizava" Lispector?

Posso querer longas divagações filosóficsa,
Gargalhadas psicológicas...

Ao som do banquinho e violão da bossa
E na companhia dos escritos...

Dos impulsivos e amorosos poetas!


Naiara Antunes

O porque da criação!

Esse blog funcionará como um processo catártico!
Yeahhhhh!