Atiro o cigarro apagado
ao vaso sanitário
Afim de eliminar vestígios
desse vício amargo
Sob o chuveiro,nua
contemplo minha forma curvilínea no espelho
Numa forma de narcisismo
ilimitado e despudorado!
Corpo frágil!
Vunerável á toques e multilações.
Saio!
Visto a roupa,
imposição do social
Para cobrir a vergonha da liberdade
que fere as almas pudoradas
Acendo outro cigarro,
mas esse será lançado a rua...
Na boca da noite, no âmago da boêmia!
Lugares onde me encontro!
Naiara Antunes
Nossas roupas são também como nossas máscaras...como você mesma disse: ...imposição do social,para cobrir a vergonha da liberdade que fere as almas pudoradas.
ResponderExcluirEntendo quando o Adilson diz que nossa roupas tb são máscaras, Mas neste caso específico, tenho que discordar, acho que as roupas servem para poder cruzar as linhas tênues entre as realidades paralelas.
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